domingo, 27 de fevereiro de 2011

William Ernest Henley - Invictus


Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.



Nas garras do destino e seus estragos,

Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.



Além deste oceano de lamúria,

Somente o Horror das trevas se divisa; 
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza. 



Por ser estreita a senda - eu não declino,

Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

As flores do meu caminho



Em virtude de coisas que me aconteceram, e que mexeram muito comigo, entendi algo muito importante. Eu estava andando no caminho errado. Eu caminhava até então rumo ao que eu não tenho. Ao invés de fortalecer o que já está comigo. Fazendo crescer o que se encontra no meu caminho, não preciso me perder em percursos longínquos, e atraio o que me falta. Decisão: não focar no que ainda não chegou, feito barata tonta, mas cuidar de tudo isso que me acompanha. As abelhas virão guiadas pelo pólen das minhas flores.

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